Adidas se valoriza com camisa azul do Palmeiras

Finalmente a Adidas decidiu se valorizar no lançamento de um uniforme do Palmeiras. Parceira do clube desde 2006, a empresa apresentou hoje à tarde a camisa azul, que será o uniforme número 3 palmeirense pelo menos até o segundo semestre de 2010.

A ideia é repetir o estrondoso sucesso da camisa verde-limão, lançada em 2007 e que passou 2008 inteira com o time, chegando a abandonar até o uniforme branco. O curioso foi ver, na apresentação, o diretor de marketing, Luciano Kleiman, e o gerente de marketing esportivo, Ricardo di Sora, ressaltarem a participação da empresa nessa história recente de sucesso de marketing com as camisas palestrinas.

O verde-limão foi um marco na questão dos terceiros uniformes dos times brasileiros. E a Adidas, até então, tinha feito pouco barulho em cima disso.

O que está por trás desse discurso é, também, reflexo de uma mudança violenta, de dois anos para cá, no mercado de patrocínio de uniformes. A concorrência ficou ainda mais pesada, e as marcas que antes eram as queridinhas dos clubes (Adidas e Nike especialmente) tiveram de começar a mudar o posicionamento para não perder participação.

A entrada de Reebok, Olympikus e Lotto mudaram um pouco o prato da balança de lugar. Mais do que a marca, passou a valer o atendimento dado ao clube e o estardalhaço que se consegue fazer no relacionamento com ele.

A Vulcabrás, usando a bandeira Reebok, nadou de braçada nesses dois quesitos com São Paulo e Inter, tanto que pegou o Cruzeiro e, depois, com a marca Olympikus, fez um contrato revolucionário com o Flamengo. A Lotto conseguiu pegar bons clubes, sendo Atlético-MG o mais popular deles.

E isso obrigou Nike e Adidas serem mais ousadas em mostrar sua relação com os seus patrocinados. Afinal, tratam-se de torcidas entre as cinco maiores do país, o que pode representar, potencialmente, milhões de consumidores.

Em breve colocarei aqui o vídeo da campanha da camisa azul, que ficou muito bom e reforça a ligação da marca com o Palmeiras.



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 17h41
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Forrest Gump

Os organizadores da Maratona Caixa do Rio de Janeiro apostaram na viralidade da internet para promover a prova deste ano. Com um vídeo que remete ao Filme “Forrest Gump”, a Dream Factory e a Spiridon “venderam” a ideia de que o corredor não deve parar em nenhum momento.

 

As parceiras colocaram um ator, devidamente barbado, para circular praticando running pela orla do Rio de Janeiro durante três dias. O personagem praticamente convocou populares a participarem do seu percurso, tanto à noite quanto de dia.

 

Veja o vídeo a seguir:



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 17h08
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Tudo novo

A General Motors pediu, há uma semana, concordata, abreviando sua longa história de ícone da pujante indústria automobilística norte-americana. Uma semana depois de ser salva pelo governo, a marca já comunica ao mercado e seus clientes que pretende se reinventar.

 

Em um comercial criado pelas agências Deutsch e McCann, a empresa diz que pretende trabalhar melhor o conceito de produção “verde”, com mais tecnologia, menos marca e mais leveza. A peça que circula entre as redes de TV dos EUA é só a cereja do bolo da publicidade, que ainda tem contas no Twitter e no Facebook, sites de relacionamento de sucesso na internet.

 

O que tudo isso tem a ver com o marketing esportivo? Grande parte dos valores agregados à GM ao longo dos anos tomaram esse rumo por causa do investimento da montadora no setor. Neste vídeo, a empresa consegue, ao mesmo tempo, reconhecer esse trabalho e sinalizar para o mercado que seguirá apoiando o setor.



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 16h48
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Rala que rola

Depos de algum tempo de inatividade, o blog da Máquina do Esporte volta a exibir as principais peças publicitárias do mercado esportivo. Na reestreia, a Nike, uma das marcas mais lembradas neste espaço, é a dona da festa, com um vídeo que mostra a trajetória de Luís Fabiano.

 

O ex-atacante de São Paulo e Ponte Preta, hoje titular da seleção brasileira e patrocinado pela marca americana, passou muitos anos à margem dos principais centroavantes nacionais. Na peça, a Nike compara o “Fabuloso”, como ele é chamado desde os tempos do Morumbi, a uma formiga, que venceria a disputa com uma cigarra preguiçosa.

 

Desde que começou a ganhar espaço no cenário futebolístico, Luís Fabiano foi preterido por pelos menos dois grandes nomes. Em situações diversas, Ronaldo e Adriano foram os escolhidos dos técnicos, e disputaram, juntos, a última Copa do Mundo.

 

O primeiro, inclusive, é lembrado de maneira indireta. Em dado momento do vídeo, quando a cigarra descansa e badala, o símbolo do São Cristóvão, time que revelou o atual camisa “9” do Corinthians, aparece ao fundo.



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 15h45
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Insensível?

De cara nova desde o início do ano, a Gatorade pode ter passado do limiar entre ousadia e agressão em sua nova propaganda, que conta com o jogador da NBA Kevin Garnett como principal estrela. Em tempos de forte crise financeira e elevadas taxas de desemprego, a comparação firme entre um atleta de sucesso e um cidadão regular de meia idade não foi bem visto pelo mercado.

 

No filme, um americano comum cita algumas coisas que não fez em sua vida, assim como o próprio Garnett. A contraposição pretende, teoricamente, mostrar que o comprometimento com o sucesso tem de ser maior que as limitações naturais, que poderiam ser superadas.

 

A indelicadeza com que o tema é tratado, no entanto, gerou uma série de comentários negativos da mídia especializada. A publicação "AdAge", por exemplo, classificou a postura como insensibilidade da marca de energéticos do grupo PepsiCo.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 18h30
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Ele voltou

O clima de empolgação com a volta de Ronaldo aos gramados também passou pela Nike. No último fim de semana, a fabricante de material esportivo norte-americana colocou no ar uma peça que mostra o astro "enjaulado".

 

A ideia foi comparar o "Fenômeno", três vezes eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, com uma fera indomável. Por isso, antes do atacante, animais como um cavalo, um tigre e um touro presos representam o sentimento de frustração de Ronaldo, que ficou parado durante um ano por causa de uma lesão.

 

Esse já é o segundo filme rodado especialmente para o atacante depois de sua volta aos campos. Na semana passada, a Ambev fez uma peça com o camisa 9 falando sobre as reviravoltas de sua carreira.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 16h25
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Controle Remoto

Às vésperas do início da nova temporada da Fórmula 1, a Vodafone, patrocinadora oficial da McLaren, publicou um viral mesclando tecnologia e o carisma de Lewis Hamilton para impressionar o público, que pode ver um carro da categoria mais relevante do automobilismo sendo dirigido por um aparelho celular.

 

A história é contada em cortes rápidos, com dois fissurados em tecnologia que criam um software especial para o produto. Com o programa, uma miniatura de McLaren pode ser dirigida por uma espécie de controle remoto.

 

Teoricamente atraída pela novidade, a Vodafone leva os dois gênios a um autódromo de verdade, onde o software é adaptado para um carro de verdade. O bólido é guiado por ninguém menos que Lewis Hamilton, atual campeão mundial.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 15h15
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A volta do guerreiro

O primeiro gol de Ronaldo com a camisa do Corinthians foi feito em um clássico contra o arqui-rival Palmeiras, no último minuto. O roteiro de filme se tornou, para a Brahma e a Ambev, o cenário perfeito para um comercial que antecipou os acontecimentos e comemorou a volta do "Fenômeno", sem imaginar que ela seria ainda mais impressionante que o previsto.

 

"O Ronaldo é um guerreiro, um exemplo de perseverança, e possui uma capacidade impressionante de recomeçar", disse Lia Jamra, gerente de comunicação da Brahma.

 

Patrocinadora oficial do jogador, a marca de cervejas colocou no ar, no intervalo do confronto, uma peça que ressalta a capacidade de superação de Ronaldo, que voltou aos gramados depois da terceira operação em um dos joelhos.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 14h19
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Sobre quatro rodas

A sessão de comerciais do Superbowl do blog da Máquina do Esporte fez uma pausa relativamente longa, mas depois de dois virais da Nike está de volta. O bloco de vídeos desta quarta-feira traz as montadoras que anunciaram na final da NFL.

 

Como já era esperado, as duas maiores companhias do ramo nos Estados Unidos ficaram, em decorrência da crise financeira mundial, fora da festa. Ford e General Motors, duas das empresas mais afetadas pela instabilidade econômica, viram Hyundai, Toyota e Audi duelarem com estratégias distintas.

 

Em tom de apresentação, a Hyundai fez o comercial mais ousado. Com o título de melhor carro do ano no mercado americano, concedido ao seu modelo Genesis, a montadora coreana brincou com a possível reação exacerbada dos executivos rivais à nomeação da "surpresa".

 

Para os amantes de carros em geral, porém, a preferência deve ser pela Audi, que relembrou modelos de três décadas até chegar ao carro atual, que seria a evolução da espécie. A mais tradicional foi a Toyota, que não fez nada de exepcional com dois modelos distintos.

 

Veja os vídeos a seguir:

Toyota -

Venza

Tundra

Audi -

Chase

Hyundai -

Bosses

Assurance



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 19h06
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O porquê do tetra

A expectativa criada pelo amistoso entre Brasil e Itália levou a Nike a fazer um viral curioso sobre a rivalidade histórica entre as duas maiores potências do futebol mundial. Entrevistado pela fabricante norte-americana, o atacante Viola, que jogou a decisão da Copa do Mundo de 1994, contou um segredo sobre o fatídico jogo.

 

A peça começa com a visão do folclórico jogador sobre o confronto, que sempre teria a característica da disputa acirrada, em qualquer competição. Um jogo em especial, no entanto, motiva a fala de Viola, o 0 a 0 que garantiu, na disputa de pênaltis, o quarto título mundial para o Brasil.

 

Segundo o atacante, o astro italiano Roberto Baggio só teria errado a cobrança decisiva por uma atitude do brasileiro. No momento do chute, Viola teria puxado o cabelo do camisa 10 da Azzurra e sussurado provocações ao craque, que, desestabilizado, bateu por cima do travessão.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 20h10
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Na linha

A exigência de treinamento pesado para o futebol, que tem permeado os trabalhos publicitários da Nike nos últimos anos, chegou ao técnico Mano Menezes, do Corinthians. Estrela do lançamento da ferramenta "Boot Camp", que leva conceitos de preparação do running para o futebol, o treinador gravou um viral para a marca norte-americana.

 

De maneira simples e direta, Mano provoca o espectador a largar o computador e partir para o treinamento pesado para conseguir a concretização do sonho de ser jogador de futebol. A imagem mais agressiva do profissional difere de maneira radical com aquela que ele apresenta no dia-a-dia do Corinthians, sempre mais sereno e ponderado.

 

O forte impacto, no entanto, é o grande objetivo da Nike. Desde 2007, com a campanha "Rala que rola", a empresa aposta na profissionalização da imagem do futebol, com o talentoso preguiçoso dando lugar ao talentoso batalhador nas campanhas.

 

Veja o vídeo a seguir:

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 20h02
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Guerra das latinhas

Os dois maiores expoentes do setor de refrigerantes também são, tradicionalmente, alguns dos melhores produtores de comerciais do mundo. Como não poderia deixar de ser, Pepsi e Coca-Cola conquistaram a atenção do consumidor também durante o Superbowl, a final da NFL que aconteceu no último domingo.

 

A partida, aliás, ratificou a presença de uma das marcas mais tradicionais do mundo no futebol americano. Depois de passar oito anos longe da principal audiência norte-americana, a Coca-Cola voltou a anunciar apenas no Superbowl do ano passado. A Pepsi, então, tratou de limitar a ação da rival.

 

Garantiu exclusividade com a NBC, dona dos direitos de transmissão do evento, durante todo o primeiro tempo. Por isso, exibiu quatro peças diferentes, enquanto a Coca conseguiu emplacar apenas três.

 

As apostas de conteúdo, no entanto, foram distintas. A Coca seguiu a linha que vem adotando nos últimos anos e repetiu o uso de animações em seus vídeos. Já a Pepsi inovou, sem muito sucesso, com um comercial 3-D, mas ganhou mais espaço com outras duas peças que falam sobre a comunicação recente da marca.

 

Confira cada um dos vídeos das marcas de refrigerante a seguir:

 

Coca-Cola-

 

Avatar - 

Heist -

 

Mean Troy -

Pepsi -

MacGruber -

Sobe Lizard 3-D -

 

 I'm Good - 

Refresh Anthem -



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 19h02
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Café grátis

O quarto bloco de comerciais do Super Bowl é o primeiro, e provavelmente o único, solitário. No dia em que a rede de lanchonetes Denny's contabiliza o sucesso de sua ação na final da NFL, a Máquina do Esporte relembra o comercial exibido pela NBC, peça-chave na estratégia.

 

Com o intuito de demarcar território frente às grandes empresas do setor, a empresa resolveu oferecer um café da manhã grátis na manhã da última terça-feira. Em tempos de crise e recorde de desemprego, a resposta do público foi a melhor possível, com cerca de dois milhões usufruindo da promoção.

 

O vídeo que chamou os interessados, por sua vez, brinca com a seriedade da refeição. Para isso, aproveita os clichês da máfia italiana, sempre disposta a matar mais alguém.

 

Veja a seguir:



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 14h25
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Os vice-líderes

Tradicional vencedora da eleição de melhor comercial do Superbowl, a cervejaria Anheuser-Busch perdeu a disputa nesse ano depois de dez anos consecutivos na ponta. Neste ano, o "USA Today", responsável pela principal aferição, rechaçou nada menos que sete comerciais da marca Budweiser.

 

Os principais usam o cavalo Clydesdale, símbolo da cerveja, como astro maior. O animal ganha espaço em busca de uma namorada, relembrando seu passado e até impressionando seu dono. Os mais curiosos, no entanto, são da marca BudLight.

 

O mais bem avaliado na internet foi o que brincou com o maior pesadelo americano, a crise financeira. Uma sugestão "infeliz" no meio de uma reunião é motivo para uma reação intempestiva dos companheiros. Em outro, um agente da Bud convence o apresentador Conan O'Brien a fazer sua estreia em comerciais.

 

Confira todos a seguir:

 

Clydesdale Generations -

 

 

Clydesdale Circus -

 

Clydesdale Stick -

Bud Light Meeting -

 

 

Bud Light Snow -

 

 

Bud Light Summer -

 

 

Bud Light Conan O'Brien -

 



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 20h11
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Salgadinho campeão

A segunda parte do especial que vai mostrar todos os comerciais do Superbowl, a final da liga de futebol americano que aconteceu no último domingo, traz o maior sucesso de crítica do evento. De maneira surpreendente, o "Free Doritos" ganhou a tradicional disputa de melhor peça publicitária, promovida pelo jornal "'USA Today", batendo a cervejaria Anheuser-Busch, líder nos últimos dez anos.

 

O produto, que pertence à FritoLay, susidiária da PepsiCo., fez dois anúncios criativos, mas ganhou com aquele que "ataca" o chefe com uma bola de cristal. No outro vídeo, a marca mostra o poder do "crunch", onomatopéia que nasce do barulho característico criado pelo contato dos dentes com o salgadinho.

 

O terceiro filme do segundo bloco especial do blog da Máquina do Esporte é da marca Cheetos, também da FritoLay, que "exclui" uma pessoa desagradável. Na próxima quarta-feira, a página publica todos os vídeos da Budweiser, marca de cervejas da Anheuser-Busch que foi limada do primeiro lugar.

 

Veja os vídeos a seguir:

 

"Free Doritos" -

 

 

"Crunch Power" -

 

"Spoiled Girl" -



Escrito por Equipe Máquina do Esporte às 17h42
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